A Região

Acalenta a descoberta

Documentada desde o século XIII, a existência da Vidigueira respira hoje as marcas de uma história e de um património que se estendem ao longo dos séculos, profundamente marcados pela influência da igreja católica, reconhecível nas suas ermidas e igrejas. Desde 1519, quando a vila foi cedida a Vasco da Gama, a vila mantém e celebra uma profunda relação com o imaginário dos descobridores, sendo reconhecida como «a vila dos Gamas». A oeste da Vidigueira localiza-se Cuba, vila cujos registos históricos datam do século XIII, mas cuja ocupação remonta a 3000 anos antes da nossa era, com registos arqueológicos que confirmam a existência de uma civilização megalítica. Tal como a origem da palavra Vidigueira parece derivar de «videira», diz-se que o nome Cuba teve origem após a conquista da terra ao povo árabe, quando teria sido encontrada uma grande quantidade de cubas para guardar vinho. Mas esta versão que, mais uma vez, associa a terra ao vinho é apenas uma das hipóteses para as raízes do nome. Também a oeste de Vidigueira e de Cuba localiza-se Alvito, vila cujos testemunhos mais antigos permitem datar a sua ocupação ao neolítico. Descrita como uma «curiosa vila alentejana», Alvito era, no século XVI, um dos principais centros políticos do Alentejo, grandiosidade ainda patente no património arquitectónico. Localizada no coração do Alentejo, ladeada a norte pela Serra do Mendro, a leste pelo Guadiana, a sul e a oeste pelas planícies, a Vidigueira abraça a paz das gentes e a alma da terra. Do carácter e do calor alentejanos, da memória constante, do saber e dos sabores é feita a paisagem onde vive a Adega.

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