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Mês: Junho 2019

VIDIGUEIRA LICOROSO BRANCO FEITO APENAS DA CASTA ANTÃO VAZ

Sempre na vanguarda da inovação, a ACVCA, lança um novo vinho generoso. Depois do Vasquinho e do Vidigueira Licoroso Tinto, agora é a vez de ser lançado um novo vinho destinado a aperitivos e/ou sobremesas: o Vidigueira Licoroso Branco, feito exclusivamente de uvas da casta mais emblemática de Vidigueira: a Antão Vaz.

Os vinhos fortificados (também chamados vinhos licorosos ou generosos) são aqueles em que a fermentação alcoólica do mosto é interrompida pela junção de aguardente vínica, num determinado momento dessa
fermentação.

É um processo complexo, que muitas vezes tem horas marcadas, em função do exato momento em que se deseja fazer a adição da aguardente. Esse momento da fermentação acontece a uma determinada hora (por exemplo durante a noite), o que obriga à presença física para acompanhar o desenrolar da operação.

«A monitorização de todo este processo na adega é assim essencial», como refere o engº Luís Morgado Leão, enólogo da ACVCA, que acrescenta: «Depois da fermentação arrancar, conseguimos determinar a que horas o mosto terá a quantidade de açúcar que nos convém. Aí juntamos o volume de aguardente que também determinámos, em função das características e perfil que queremos para determinado vinho licoroso».

O Licoroso Vidigueira Branco é, assim, um vinho onde as uvas Antão Vaz foram maceradas a frio antes de fermentarem. O mosto estava pouco fermentado, portanto tinha ainda muito açúcar, quando se juntou a aguardente, de que resultou um vinho com 18ºvol.

A casta Antão Vaz conferiu ao vinho um acentuado gosto a frutas tropicais bem maduras, com destaque para o ananás e o maracujá. De sabor doce e muito aveludado, este licoroso deve beber-se frio (12ºC a 14ºC), como aperitivo, e acompanha muito bem queijos curados, compotas ou sobremesas regionais, como a sericaia.

 

VIDIGUEIRA O BRANCO DO ALENTEJO!

Todos os portugueses e muitas outras pessoas fora de Portugal afirmam de uma forma entusiástica que os vinhos do Alentejo são sempre bons. Que os vinhos do Alentejo têm um certificado de qualidade que à partida lhes garante um nível de aceitação como nenhuns outros vinhos portugueses conseguem.
Podemos pois afirmar que os vinhos alentejanos conquistaram o mundo e continuam dia após dia a agradar quem os prova e degusta. Dizem os enófilos que os nossos vinhos brancos são redondos, suaves, aromáticos e bebem-se sem esforço. Esses mesmos especialistas dizem que os nossos tintos são encorpados, com notas de frutos silvestres, e com muitos taninos.
Tudo razões que acabam por explicar a verdadeira explosão que teve o consumo dos vinhos alentejanos em Portugal e no mundo, nos últimos 30 anos.
É importante que se diga, que na área de influência da nossa Adega (os Concelhos de Vidigueira, Cuba e Alvito) os vinhos brancos sempre se distinguiram de todos os outros produzidos no Alentejo, pelas suas características intrínsecas: elevada mineralidade, fortes aromas a frutos tropicais, e pela sua acidez equilibrada.

 

A história romana

A nossa região deve, naturalmente, aos romanos o inico da aventura vínica que hoje continuamos com orgulho. Foram eles que nos deixaram
os métodos, ferramentas, processos de fermentação e de armazenagem
dos vinhos.

Quando nas nossas terras os romanos foram substituídos pelos muçulmanos, o consumo de vinho decaiu, e só viria a retomar a importância que tem, após a cristianização da nossa região, corria o séc. XIII. Daí que as Ruinas Romanas de S. Cucufate (no Concelho de Vidigueira) sejam a ponte perfeita para perceber a cultura do vinho do inicio do séc. I até aos nossos dias, passando pela cristianização desse monumento nacional.

Razões da qualidade

O elevado número de dias de sol, as amplitudes das temperaturas tipicamente mediterrânicas, os níveis de pluviosidade a par de características morfológicas dos terrenos, fazem do Alentejo em geral, e da nossa região em particular, uma das melhores para o cultivo da vinha.

As maturações decorrem de uma forma harmónica, num terroir que Garante o êxito das castas aqui plantadas, com natural destaque para a branca Antão Vaz. Essa uva recebeu o nome deste familiar de Dom Vasco da Gama, que aqui a fez vingar e disseminou.

Mas hoje em dia os vinhos fazem-se, em primeiro lugar, com boas uvas, e depois, com bons processos de fabrico. Por isso a modernização dos métodos e tecnologias utilizadas na nossa Adega, deram origem ao aparecimento de extraordinários vinhos, que se encarregam de ganhar prémios e medalhas nos concursos vínicos onde marcam presença.

Castas

Se a Vidigueira é conhecida pela terra dos «Brancos do Alentejo», isso deve-se essencialmente à casta Antão Vaz, que nesta zona encontrou condições para demonstrar uma exuberância e características únicas. Mas os brancos da Vidigueira, não se ficam, nem são reféns da Antão Vaz. Entre as castas mais utilizadas encontramos a Síria, o Arinto, o Manteúdo o Rabo de Ovelha, a par de outras com menos expressão de que são exemplo o Perrum, o Larião, ou mesmo o Verdelho.

Reconhecimento

É preciso andar mesmo muitos anos para trás, para se encontrarem os registos do primeiro troféu que os vinhos da Vidigueira conquistaram no estrangeiro. Corria o ano de 1888 (já la vão mais de 130 anos!), que um
vinho branco da Vidigueira conquistou a Grande Medalha de Honra na Exposição de Berlim.

Era da Quinta das Relíquias esse branco que começou uma história de êxitos e prémios que chegam aos dias de hoje. Mais de um século depois desse feito, os vinhos da ACVCA continuam essa saga. Os brancos da nossa Adega, que têm ido aos muitos concursos nacionais e internacionais, regressam invariavelmente com prémios e medalhas de ouro e prata, no que é o reconhecimento nacional e internacional da qualidade superior  dos nossos produtos.

Uma palavra para dois vinhos brancos únicos no mundo, e que apenas são disponibilizado pela nossa Adega. Começamos pelo Perrum, uma casta branca que em Portugal apenas é plantada na sub-região de Vidigueira, e que é fundamental no equilíbrio da acidez de muitos dos nossos vinhos. Quando elaborámos um monocasta Perrum, surpreendemos os críticos pela originalidade da nossa iniciativa e depois pelas características especiais que esse vinho apresenta.

O outro é a mais recente aposta da Adega, que também a partir da casta Antão Vaz, resolveu fazer um vinho generoso branco, que vai daqui em diante recolher as apreciações da crítica.

Mas não são apenas os vinhos tranquilos a ganhar prémios. Na sequência da grande aceitação que têm tido os espumantes em todo o mundo, também a ACVCA se lançou com inegável êxito no fabrico deste tipo de vinho. A nossa última experiência, de fazer um espumante exclusivamente com a casta Antão Vaz, fez com que este vinho regressasse com uma medalha de prata, logo no primeiro concurso onde esteve presente.

Vidigueira – O Branco do Alentejo!

É uma frase feita, mas encerra um conhecimento, uma realidade, e uma assunção. Todos estão de acordo que os nossos brancos são inigualáveis, pelo seu perfume, pelas suas características e pelo seu bouquet. Os Brancos da Vidigueira, são de cor palha, citrina, frutados, ligeiramente acídulos, e com algum corpo. Vinhos brancos adequados a todas as ocasiões.

Os dias estão maiores, e os primeiros calores já se fazem sentir. Em todos os momentos em que a confraternização tenha lugar, há propostas da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito. Afinal é aqui que se faz «O BRANCO DO ALENTEJO!».

CASA DAS TALHAS DE PORTAS ABERTAS NA FEIRA NACIONAL DA AGRICULTURA 2019

A Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito continua a fazer a pré-divulgação do seu novo projeto de enoturismo, a Casa das Talhas, que será inaugurado no final do terceiro trimestre. Desta vez em Santarém.

A pouco mais de três meses da data da inauguração da Casa das Talhas, a Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA) continua a apresentar o seu projeto de enoturismo. Durante a Feira Nacional da Agricultura, que decorre em Santarém entre os dias 8 e 16 de junho e é dedicada ao tema “Vinha e Vinho”, a ACVCA vai marcar presença com um stand feito à imagem da Casa das Talhas, por agora ainda em construção, mas que estará pronta a receber os primeiros visitantes pouco depois do final deste verão.

Financiado pelo Turismo de Portugal, este projeto tem como objetivo servir de centro interpretativo do Vinho de Talha, potenciando a valorização e a dignificação deste produto tão diferenciado – e promovendo, em paralelo, o desenvolvimento turístico e económico daquela região alentejana.

Na Feira Nacional de Agricultura, o stand da Casa das Talhas estará localizado no número 83 da Nave A do CNEMA – Centro Nacional de Exposições, em Santarém. Construído à imagem da ‘verdadeira’ Casa das Talhas, neste stand será possível conhecer as tradições alentejanas e degustar o Vinho de Talha da ACVCA.

No stand da Casa das Talhas, a ACVCA disponibiliza os famosos vinhos brancos da Vidigueira, incluindo o Vidigueira Licoroso Branco e o Vidigueira – Vinho de Talha DOC Alentejo 2018.

                                        

Vinhos da Adega premiados (1 «grande ouro», 2 «ouros» e 2 «pratas»)

A Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA) foi novamente distinguida com a atribuição aos seus produtos de cinco medalhas – três de ouro e duas de prata no Concurso Internacional de Vinhos, Bebidas Espirituosas e Azeites, denominado “International Awards Virtus Lisbon 2019”.

Foi graças à cultura do vinho, no âmbito da produção, do consumo e da abertura ao comércio internacional que Portugal foi o país eleito para a realização deste concurso que é organizado pela empresa espanhola Excelencias de Huelva.

Alguns dos vinhos mais icónicos da Adega regressaram assim medalhados. À cabeça dos prémios e com a distinção Grande Ouro foi classificado o Vidigueira Grande Escolha Tinto, tendo o Vidigueira Antão Vaz Premium e o Vidigueira Grande Escolha Branco, sido distinguidos com as outras duas medalhas de Ouro. Já as medalhas de prata foram atribuídas ao Vidigueira Touriga Nacional e à Aguardente Vínica Velha Reserva.

O Eng.º José Miguel Almeida, Presidente da ACVCA mostra-se «enormemente reconhecido por estes prémios internacionais, que uma vez mais vêm provar que a Vidigueira e nomeadamente a Adega Cooperativa produzem dos melhores vinhos em Portugal. Regressar do evento com todos estes prémios é uma indicação que continuamos no caminho correto»

O painel de apreciadores foi composto por 40 especialistas de sete nacionalidades, que analisaram as 462 amostras de vinho oriundas de países como Brasil, Uruguai, Chile, França, Portugal e Espanha entre outros. É de realçar a presença de um observador da Organização Internacional do Vinho (O.I.V) que verificou o cumprimento das normas das provas cegas.

 

 

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