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Categoria: noticias

Adega de Vidigueira espera ano de qualidade promissora

Os cerca de 300 associados da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA) começam hoje a sua habitual vindima, após terem cuidadosamente acompanhado durante todo o ano agrícola o desenvolvimento das suas uvas.

«Colhe-se aquilo que se plantou, e que se cuidou», como se diz no campo, e este é um tempo associado às colheitas. Nas próximas semanas, é em ambiente de grande trabalho e de festa, que serão apanhadas cerca de 9 500 toneladas de uvas, que depois de processadas na ACVCA, darão origem aos extraordinários vinhos desta cooperativa.

«Esperamos manter este ano os níveis de receção de uvas e de produção de vinhos do ano transacto. Isto deixa-nos confiantes, embora reconheçamos que a qualidade das uvas este ano pode ser ligeiramente superior ao ano passado, já que as condições climatéricas foram bastante mais favoráveis», adianta o engº José Miguel Almeida, Presidente do Conselho de Administração da Adega.

O engº Luís Morgado Leão, enólogo da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito, refere que «A casta Antão Vaz apresenta-se este ano com cachos bem formados, que evoluíram muito bem ao longo do ano, de uma forma equilibrada.». E acrescenta: «Como não houve problemas de doenças, nem ondas de calor e choques de temperatura como nos últimos dois anos, estou convencido que, quer em brancos quer em tintos, vamos ter vinhos este ano de uma qualidade bem interessante».

Na Adega este é também o momento de continuar a contar com o precioso apoio do Centro de Análise e Pesagem das uvas (CAP), assim como com os novos equipamentos entretanto instalados, nomeadamente a linha de receção de uvas tintas, a zona de fermentação com capacidade para 1,2 milhões de quilos, e uma nova prensa pneumática.

 

Prensa Pneumática arranca nesta vindima

A modernização da nossa Adega, dotando-a dos equipamentos tecnológicos adequados para a prossecução das suas atividades está sempre na ordem do dia. Desta feita a próxima vindima decorrerá de uma forma mais fluída e expedita graças a entrada em funcionamento de uma nova prensa pneumática.

O equipamento adquirido pela ACVCA é uma prensa Bella Toffola PF 200 de cincho fechado, que vai reduzir o número de ciclos de trabalho. Como nos diz o engº Luis Morgado Leão, enólogo da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito, «As prensas de tanque fechado podem processar qualquer tipo de vinho e são especialmente indicadas para tintos e rosés, graças à possibilidade de macerar as peles diretamente no interior da prensa. A membrana tubular fixa ao tambor central aumenta consideravelmente a superfície de drenagem, que ocorre através das grades perfuradas dispostas em um anel em torno da circunferência do tambor».

Graças a esta nova prensa pneumática de membrana central a prensagem é efetuada com uma pressão reduzida, pois no interior do cilindro da prensa, o produto é distribuído numa camada uniforme e de baixa espessura. Por outro lado não há restrições quanto ao tipo de uva a prensar, graças ao sistema de programação bastante flexível e de fácil manuseamento, e a lavagem é feita através de uma porta de limpeza que facilita o acesso a todo o interior do cilindro perfurado.

Esta nova prensa pode processar 14 toneladas de uva inteira, 40 a 60 ton. de uva esmagada e 60 a 80 ton. de uva fermentada.

PESGAGEM DAS TALHAS NA ACVCA

 

Depois das talhas serem colocadas de boca para baixo, assentes em pedras, acenderam-se pequenas fogueiras, enquanto, ao mesmo tempo, se derreteu num tacho o pez loiro (resina de pinheiro) e cera de abelha. O líquido foi, depois, derramado no interior das talhas aquecidas que, agora deitadas no chão, são cuidadosamente reboladas para distribuir o líquido por igual no seu interior. A operação foi coordenada por Joaquim Tavares, um verdadeiro especialista neste processo de impermeabilização das talhas, e que garantiu, assim, o polimento impecável do interior das talhas da Adega. Este processo, 100% manual foi executado à imagem do que faziam os romanos há dois mil anos, e que garante a qualidade do Vinho de Talha que aqui vamos fazer daqui a umas semanas.

Já estamos a pensar no que aí vem…, mas estas mesmas talhas serão expostas no nosso novo espaço de Enoturismo, a Casa das Talhas a inaugurar em breve…

 

VENDAS EM TODO O MUNDO POSSÍVEIS VIA INTERNET

A Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA) sempre procurou acompanhar as tendências do mercado, não apenas nas questões de produção vínica, mas também nas questões da comercialização dos seus inúmeros vinhos.

Com a evolução dos meios de comercialização, a internet tornou-se uma feramente que oferece às marcas, um gigantesco local de promoção e divulgação dos seus produtos, e pelo nosso lado não poderíamos passar esta tendência que veio para ficar.

Assim apoiados, numa solução de comércio eletrónico (e-commerce), criámos uma loja on-line que está a dar os seus primeiros passos, com vendas que têm crescido sustentadamente, não apenas em Portugal, mas um pouco por todo o mundo.

A loja on-line da Adega, curiosamente, apresenta vantagens únicas:

1) Está disponível 24 horas por dia, e todos os dias do ano sem exceção;

2) Está disponível em todos os locais do mundo;

3) Apresenta-se em várias línguas;

4) Permite negócios imediatos e transparentes;

5) Já dá garantias de total segurança nas transações financeiras eletrónicas, e

6) Tem custos de instalação muito pequenos.

Assim sendo também nesta área não quisemos ficar para trás, e no nosso site da adega (www.adegavidigueira.pt), qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, pode encomendar os nossos vinhos e aguardentes do nosso portfólio, que logo a seguir são enviados para a morada indicada.

O canal on-line acompanha, e replica naturalmente, todos os lançamentos normais da Adega, nos canais tradicionais.  Este ano lançámos o Vidigueira Vinho de Talha 2018, produzido com uvas de vinhas centenárias, e o Vidigueira Licoroso Branco, concebido apenas com uvas da casta Antão Vaz, que é uma total novidade no nosso portfólio. São vinhos que assim que foram lançados no mercado passaram a estar disponíveis também on-line

ADEGA APOIA ROTÁRIOS

Rotary Clube da Portela

Dar de si, antes de pensar em si” é o lema que define o movimento Rotário, com o qual nos orgulhamos de colaborar com o nosso Vidigueira Syrah. Parte do valor da venda de um pack de duas garrafas reverterá a favor dos inúmeros projetos humanitários desenvolvidos pelo Rotary Clube da Portela.

Fundado em 1905 por Paul Harris, o Rotary Internacional, é uma organização que tem mais de 1,2 milhões de rotários organizados e espalhados em mais de 31 000 Clubes Rotários, prestando serviços e apoiando causas humanitárias. O movimento Rotário chegou a Portugal em 1960, e a 18 de maio de 2000 nascia o Rotary Clube da Portela, atualmente presidido pela Dra. Solange Fernandes Falé.

Os Rotários têm como objetivo promover a paz e compreensão mundial, desenvolvendo projetos comunitários de cooperação, com vista a ajudar a comunidade onde se inserem, sempre respeitando a amizade e companheirismo. É sua missão prestar serviços aos mais carenciados, e apoiar causas sociais como a erradicação da pólio onde ela ainda exista, projetos de alfabetização na área da educação, bolsas de estudo, voluntariado em hospitais, prisões, centros diversos, e muitas outras atividades de cariz humanitário e profissional.

José Miguel Almeida, Presidente do Conselho de Administração da ACVCA, diz reconhecer «a importância e a meritória ação do Rotary Internacional, no âmbito social. Terem-nos considerado para integrar este primeiro projeto do Rotary Clube da Portela, é algo que nos deixa orgulhosos. Isto significa que a nossa Adega vai ajudar a marcar a diferença na vida de quem mais precisa».

Este projeto foi iniciado pelo Comandante Vasco Rosa (que é natural de Vidigueira) e pela atual Presidente do Rotary Clube de Portela, Dra. Solange Fernandes Falé, e ao qual a nossa Adega se  associa. Esta campanha “Vinho Solidário” iniciar-se-á durante o mandato 2019/2020, e parte do produto das vendas será aplicado em ações sociais a realizar pelo Rotary Clube da Portela.

A Dra. Solange Fernandes Falé, Psicóloga Clínica de profissão, vê esta associação do Rotary à ACVCA como “a possibilidade de continuarmos a demonstrar à sociedade civil, e à comunidade onde nos inserimos, que é possível desenvolver a solidariedade entre nós, provando que não podemos perder a oportunidade de ajudar quem mais precisa…”

O pack de duas garrafas Vidigueira Syrah, está disponível através dos seguintes contatos: rcportela.presidente@gmail.com e rcp.tesouraria@gmail.com

Vidigueira, Quando o vinho é uma viagem… a ajudar quem mais precisa!

 

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Vidigueira White Summer 2019

Combinação perfeita para este verão!

A Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA), está a organizar um evento por mês, que se apresentam como a combinação perfeita para este verão. Durante o Vidigueira White Summer os participante são convidados a festejar o verão com improvisação musical, ao som de DJ’s, e gastronomia.

VIDIGUEIRA LICOROSO BRANCO FEITO APENAS DA CASTA ANTÃO VAZ

Sempre na vanguarda da inovação, a ACVCA, lança um novo vinho generoso. Depois do Vasquinho e do Vidigueira Licoroso Tinto, agora é a vez de ser lançado um novo vinho destinado a aperitivos e/ou sobremesas: o Vidigueira Licoroso Branco, feito exclusivamente de uvas da casta mais emblemática de Vidigueira: a Antão Vaz.

Os vinhos fortificados (também chamados vinhos licorosos ou generosos) são aqueles em que a fermentação alcoólica do mosto é interrompida pela junção de aguardente vínica, num determinado momento dessa
fermentação.

É um processo complexo, que muitas vezes tem horas marcadas, em função do exato momento em que se deseja fazer a adição da aguardente. Esse momento da fermentação acontece a uma determinada hora (por exemplo durante a noite), o que obriga à presença física para acompanhar o desenrolar da operação.

«A monitorização de todo este processo na adega é assim essencial», como refere o engº Luís Morgado Leão, enólogo da ACVCA, que acrescenta: «Depois da fermentação arrancar, conseguimos determinar a que horas o mosto terá a quantidade de açúcar que nos convém. Aí juntamos o volume de aguardente que também determinámos, em função das características e perfil que queremos para determinado vinho licoroso».

O Licoroso Vidigueira Branco é, assim, um vinho onde as uvas Antão Vaz foram maceradas a frio antes de fermentarem. O mosto estava pouco fermentado, portanto tinha ainda muito açúcar, quando se juntou a aguardente, de que resultou um vinho com 18ºvol.

A casta Antão Vaz conferiu ao vinho um acentuado gosto a frutas tropicais bem maduras, com destaque para o ananás e o maracujá. De sabor doce e muito aveludado, este licoroso deve beber-se frio (12ºC a 14ºC), como aperitivo, e acompanha muito bem queijos curados, compotas ou sobremesas regionais, como a sericaia.

 

VIDIGUEIRA O BRANCO DO ALENTEJO!

Todos os portugueses e muitas outras pessoas fora de Portugal afirmam de uma forma entusiástica que os vinhos do Alentejo são sempre bons. Que os vinhos do Alentejo têm um certificado de qualidade que à partida lhes garante um nível de aceitação como nenhuns outros vinhos portugueses conseguem.
Podemos pois afirmar que os vinhos alentejanos conquistaram o mundo e continuam dia após dia a agradar quem os prova e degusta. Dizem os enófilos que os nossos vinhos brancos são redondos, suaves, aromáticos e bebem-se sem esforço. Esses mesmos especialistas dizem que os nossos tintos são encorpados, com notas de frutos silvestres, e com muitos taninos.
Tudo razões que acabam por explicar a verdadeira explosão que teve o consumo dos vinhos alentejanos em Portugal e no mundo, nos últimos 30 anos.
É importante que se diga, que na área de influência da nossa Adega (os Concelhos de Vidigueira, Cuba e Alvito) os vinhos brancos sempre se distinguiram de todos os outros produzidos no Alentejo, pelas suas características intrínsecas: elevada mineralidade, fortes aromas a frutos tropicais, e pela sua acidez equilibrada.

 

A história romana

A nossa região deve, naturalmente, aos romanos o inico da aventura vínica que hoje continuamos com orgulho. Foram eles que nos deixaram
os métodos, ferramentas, processos de fermentação e de armazenagem
dos vinhos.

Quando nas nossas terras os romanos foram substituídos pelos muçulmanos, o consumo de vinho decaiu, e só viria a retomar a importância que tem, após a cristianização da nossa região, corria o séc. XIII. Daí que as Ruinas Romanas de S. Cucufate (no Concelho de Vidigueira) sejam a ponte perfeita para perceber a cultura do vinho do inicio do séc. I até aos nossos dias, passando pela cristianização desse monumento nacional.

Razões da qualidade

O elevado número de dias de sol, as amplitudes das temperaturas tipicamente mediterrânicas, os níveis de pluviosidade a par de características morfológicas dos terrenos, fazem do Alentejo em geral, e da nossa região em particular, uma das melhores para o cultivo da vinha.

As maturações decorrem de uma forma harmónica, num terroir que Garante o êxito das castas aqui plantadas, com natural destaque para a branca Antão Vaz. Essa uva recebeu o nome deste familiar de Dom Vasco da Gama, que aqui a fez vingar e disseminou.

Mas hoje em dia os vinhos fazem-se, em primeiro lugar, com boas uvas, e depois, com bons processos de fabrico. Por isso a modernização dos métodos e tecnologias utilizadas na nossa Adega, deram origem ao aparecimento de extraordinários vinhos, que se encarregam de ganhar prémios e medalhas nos concursos vínicos onde marcam presença.

Castas

Se a Vidigueira é conhecida pela terra dos «Brancos do Alentejo», isso deve-se essencialmente à casta Antão Vaz, que nesta zona encontrou condições para demonstrar uma exuberância e características únicas. Mas os brancos da Vidigueira, não se ficam, nem são reféns da Antão Vaz. Entre as castas mais utilizadas encontramos a Síria, o Arinto, o Manteúdo o Rabo de Ovelha, a par de outras com menos expressão de que são exemplo o Perrum, o Larião, ou mesmo o Verdelho.

Reconhecimento

É preciso andar mesmo muitos anos para trás, para se encontrarem os registos do primeiro troféu que os vinhos da Vidigueira conquistaram no estrangeiro. Corria o ano de 1888 (já la vão mais de 130 anos!), que um
vinho branco da Vidigueira conquistou a Grande Medalha de Honra na Exposição de Berlim.

Era da Quinta das Relíquias esse branco que começou uma história de êxitos e prémios que chegam aos dias de hoje. Mais de um século depois desse feito, os vinhos da ACVCA continuam essa saga. Os brancos da nossa Adega, que têm ido aos muitos concursos nacionais e internacionais, regressam invariavelmente com prémios e medalhas de ouro e prata, no que é o reconhecimento nacional e internacional da qualidade superior  dos nossos produtos.

Uma palavra para dois vinhos brancos únicos no mundo, e que apenas são disponibilizado pela nossa Adega. Começamos pelo Perrum, uma casta branca que em Portugal apenas é plantada na sub-região de Vidigueira, e que é fundamental no equilíbrio da acidez de muitos dos nossos vinhos. Quando elaborámos um monocasta Perrum, surpreendemos os críticos pela originalidade da nossa iniciativa e depois pelas características especiais que esse vinho apresenta.

O outro é a mais recente aposta da Adega, que também a partir da casta Antão Vaz, resolveu fazer um vinho generoso branco, que vai daqui em diante recolher as apreciações da crítica.

Mas não são apenas os vinhos tranquilos a ganhar prémios. Na sequência da grande aceitação que têm tido os espumantes em todo o mundo, também a ACVCA se lançou com inegável êxito no fabrico deste tipo de vinho. A nossa última experiência, de fazer um espumante exclusivamente com a casta Antão Vaz, fez com que este vinho regressasse com uma medalha de prata, logo no primeiro concurso onde esteve presente.

Vidigueira – O Branco do Alentejo!

É uma frase feita, mas encerra um conhecimento, uma realidade, e uma assunção. Todos estão de acordo que os nossos brancos são inigualáveis, pelo seu perfume, pelas suas características e pelo seu bouquet. Os Brancos da Vidigueira, são de cor palha, citrina, frutados, ligeiramente acídulos, e com algum corpo. Vinhos brancos adequados a todas as ocasiões.

Os dias estão maiores, e os primeiros calores já se fazem sentir. Em todos os momentos em que a confraternização tenha lugar, há propostas da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito. Afinal é aqui que se faz «O BRANCO DO ALENTEJO!».

CASA DAS TALHAS DE PORTAS ABERTAS NA FEIRA NACIONAL DA AGRICULTURA 2019

A Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito continua a fazer a pré-divulgação do seu novo projeto de enoturismo, a Casa das Talhas, que será inaugurado no final do terceiro trimestre. Desta vez em Santarém.

A pouco mais de três meses da data da inauguração da Casa das Talhas, a Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA) continua a apresentar o seu projeto de enoturismo. Durante a Feira Nacional da Agricultura, que decorre em Santarém entre os dias 8 e 16 de junho e é dedicada ao tema “Vinha e Vinho”, a ACVCA vai marcar presença com um stand feito à imagem da Casa das Talhas, por agora ainda em construção, mas que estará pronta a receber os primeiros visitantes pouco depois do final deste verão.

Financiado pelo Turismo de Portugal, este projeto tem como objetivo servir de centro interpretativo do Vinho de Talha, potenciando a valorização e a dignificação deste produto tão diferenciado – e promovendo, em paralelo, o desenvolvimento turístico e económico daquela região alentejana.

Na Feira Nacional de Agricultura, o stand da Casa das Talhas estará localizado no número 83 da Nave A do CNEMA – Centro Nacional de Exposições, em Santarém. Construído à imagem da ‘verdadeira’ Casa das Talhas, neste stand será possível conhecer as tradições alentejanas e degustar o Vinho de Talha da ACVCA.

No stand da Casa das Talhas, a ACVCA disponibiliza os famosos vinhos brancos da Vidigueira, incluindo o Vidigueira Licoroso Branco e o Vidigueira – Vinho de Talha DOC Alentejo 2018.

                                        

Vinhos da Adega premiados (1 «grande ouro», 2 «ouros» e 2 «pratas»)

A Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA) foi novamente distinguida com a atribuição aos seus produtos de cinco medalhas – três de ouro e duas de prata no Concurso Internacional de Vinhos, Bebidas Espirituosas e Azeites, denominado “International Awards Virtus Lisbon 2019”.

Foi graças à cultura do vinho, no âmbito da produção, do consumo e da abertura ao comércio internacional que Portugal foi o país eleito para a realização deste concurso que é organizado pela empresa espanhola Excelencias de Huelva.

Alguns dos vinhos mais icónicos da Adega regressaram assim medalhados. À cabeça dos prémios e com a distinção Grande Ouro foi classificado o Vidigueira Grande Escolha Tinto, tendo o Vidigueira Antão Vaz Premium e o Vidigueira Grande Escolha Branco, sido distinguidos com as outras duas medalhas de Ouro. Já as medalhas de prata foram atribuídas ao Vidigueira Touriga Nacional e à Aguardente Vínica Velha Reserva.

O Eng.º José Miguel Almeida, Presidente da ACVCA mostra-se «enormemente reconhecido por estes prémios internacionais, que uma vez mais vêm provar que a Vidigueira e nomeadamente a Adega Cooperativa produzem dos melhores vinhos em Portugal. Regressar do evento com todos estes prémios é uma indicação que continuamos no caminho correto»

O painel de apreciadores foi composto por 40 especialistas de sete nacionalidades, que analisaram as 462 amostras de vinho oriundas de países como Brasil, Uruguai, Chile, França, Portugal e Espanha entre outros. É de realçar a presença de um observador da Organização Internacional do Vinho (O.I.V) que verificou o cumprimento das normas das provas cegas.

 

 

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