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Categoria: noticias

EVENTO SAMUEL SALGADO NA ACVCA

No passado dia 28 de janeiro, a Casa das Talhas da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA) foi o local escolhido pela empresa Samuel Salgado unipessoal, lda para a realização de uma reunião/ debate técnico sobre a cultura da vinha.

Com 10 anos de existência, a Samuel Salgado trabalha com diversas culturas, tais como o olival, os frutos secos, os cereais, o milho e a vinha, realizando também um conjunto de serviços, entre os quais análises de solo, microbiológicas, água ou foliares. Para além destas vertentes, a venda de tratores e equipamentos agrícolas é outra das apostas fortes desta empresa.

O técnico da ATEVA – Associação Técnica dos Viticultores do Alentejo, Hugo Pardal, abriu a reunião dando as boas vindas a todos e reforçou a importância deste tipo de eventos, bem como a colaboração dos técnicos de campo e dos enólogos nestas reuniões. De acordo com Samuel Salgado, gerente desta empresa, esta reunião teve como principal objetivo a partilha de experiências, conciliando os conhecimentos dos técnicos agrícolas e dos enólogos.

O evento contou com a presença de vários oradores. Iniciando com uma apresentação da Engenheira Iva Almeida, representante da empresa Ascenza, sobre controlo fitossanitário e de infestantes na cultura da vinha. Em seguida, o engenheiro Luís Torres Pereira reforçou a importância de uma boa análise química dos solos, água e foliares para uma melhor tomada de decisão aquando da execução do plano de fertilização. Aqui realçou o laboratório francês Aurea, destacando todas as informações fornecidas nestas análises. Nesta apresentação, o interveniente referiu também a passagem de testemunho desta importante representação para a empresa Samuel Salgado, que passa a ser o novo representante no país.

Participou também a bióloga da Faculdade de Ciências de Lisboa e representante da empresa Soilvitae, Patrícia Monteiro, que falou na importância dos microorganismos no solo e rizoesfera. Esta apresentação trouxe uma nova perspetiva da importância destes seres vivos para o equilíbrio do solo e consequente benefício para as plantas que ficam mais saudáveis e produtivas. Ao nível da nutrição vegetal, a empresa Compo, foi representada pelos Engenheiros Pedro Cabanita e Rodrigo Martins (enólogo). Estes apresentaram um plano de fertilização para a vinha, onde o objetivo principal foi a demonstração da influência da fertilização na qualidade final do vinho. Para isto foi realizada uma prova cega de vinhos, para todos os participantes, onde foi possível confirmar as diferenças na qualidade dos vinhos realizados em microvinificação de cada um dos três tipos de fertilização (Testemunha, sem fertilizantes; Convencional e Top).

Depois da sessão de trabalho, houve uma atuação do fadista Luís Sarturnino na Sala de Barricas da Casa das Talhas, onde estagiam alguns dos vinhos da adega. Seguiu-se um jantar buffet, com iguarias regionais, servido pela equipa da adega acompanhado de presunto da Casa Cravinho.

De referir que não é a primeira vez que esta empresa escolhe a Casa das Talhas da ACVCA para apresentar os seus produtos. A primeira reunião ocorreu em dezembro de 2019 e o tema foi a viticultura sustentável.

 

Para saber mais sobre a Samuel Salgado carregue aqui.

Para mais informações sobre a Casa das Talhas, vá aqui.

Já conhece o website da Casa das Talhas?

No âmbito do Projeto da Casa das Talhas, a Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito criou um microsite – dentro do site da entidade já existente – que contempla todas as atividades a realizar no projeto de enoturismo. Tal como os vinhos contam uma história que se desenrola em actos, também os programas de enoturismo são assim denominados.

Além das atividades como o passeio nas vinhas centenárias, a visita guiada à villa romana de São Cucufate ou até a visita ao Convento de Nossa Senhora das Relíquias, o site da Casa das Talhas tem também informações sobre os eventos personalizados, a história ao vinho de talha e as características únicas que fazem das vinhas centenárias um local a visitar!

Viaje pelo nosso site aqui.

PROGRAMA SUSTENTABILIDADE DOS VINHOS DO ALENTEJO

A Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) recebeu no passado dia 3 de dezembro de 2019 o título de Embaixador Europeu de Inovação Rural , pela LIAISON, com o seu Programa de Sustentabilidade, do qual a nossa Adega faz parte. 

O programa de Parceria Europeia de Inovação para a Produtividade Agrícola e Sustentabilidade teve, em 2019, uma adesão de 200 inscrições de 13 países, onde avaliou o carácter inovador e inspirador de cada projecto.

«Em Portugal, a CVRA foi pioneira no desenvolvimento e implementação de um programa de sustentabilidade, de adesão voluntária, capaz de olhar para a problemática de forma integrada e por forma a responder a diferentes motivações. Lançado em 2014, o PSVA seguiu uma prática já estabelecida em diversas regiões vitivinícolas mundiais, tendo vindo a ganhar importância em mercados nos quais os vinhos do Alentejo ganham posição», afirmou João Luís Barroso, gestor do PSVA, no site dos Vinhos do Alentejo.

A Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito faz parte deste projeto, e tem vindo a exponenciar o seu compromisso com a preservação do ambiente, desde uma energia limpa, com os painéis fotovoltaicos, ao tratamento dos resíduos industriais. Ainda dentro do espaço industrial da nossa Adega, temos promovido práticas comportamentais, orientadas para uma maior responsabilidade ambiental.

FESTIVAL TERRAS SEM SOMBRA NA ACVCA

Desde que o Festival Terra Sem Sombra (FTSS) iniciou a sua divulgação por todo o Alentejo da música clássica, essencialmente sacra, a Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito tem feito questão de o acompanhar.

Com efeito esta parceria entre a ACVCA e a FTSS tem levado os nossos vinhos a muitas cerimónias e locais, levando a excelência dos nossos produtos a países tão distantes como os EUA, em 2019, com o nosso Espumante Vidigueira.

Este ano não foi exceção, e foi na Vidigueira que ocorreu o primeiro evento do FTSS 2020. Com uma visita à nossa Casa das Talhas, no passado dia 19 de janeiro, acompanhado de uma degustação de produtos regionais, e a tão aguardada prova de vinhos.

Saiba mais sobre este festival aqui.

Espumante Vidigueira in Diário do Alentejo

O Jornalista Manuel Baiôa escreveu para o Diário do Alentejo sobre os espumantes alentejanos, incluindo o nosso Espumante Vidigueira, um espumante proveniente 100% da casta antão vaz: «As vendas de espumante estão a crescer a nível mundial e os produtores alentejanos não podiam ficar arredados desta tendência que também está a ter impacto em Portugal.»

 

 

 

Artigo completo:

Espumantes do Alentejo in Diário do Alentejo, 3.1.2020

As vendas de espumante estão a crescer a nível mundial e os produtores alentejanos não podiam ficar arredados desta tendência que também está a ter impacto em Portugal.

O consumo de espumante estava num passado recente muito limitado às festas de aniversário, onde se bebia um espumante doce de fraca qualidade juntamente com bolos, ou então, as vendas estavam circunscritas às festas de fim de ano. Hoje, felizmente, os consumidores portugueses estão mais informados e exigentes e o consumo de espumantes secos e brutos de qualidade cresceu imenso. O espumante bruto, isto é, sem adição de açúcar, é uma bebida versátil que pode acompanhar as refeições desde os aperitivos até às sobremesas, acompanhando com grande classe carne e peixe. O Alentejo domina o mercado nacional de vinhos e por isso não podia ficar alheado desta tendência de crescimento do consumo das “bolhinhas”.

As regiões com maior tradição na produção de espumantes em Portugal situam-se a norte, em zonas mais frescas, em particular na Bairrada e na Távora-Varosa, embora atualmente se produzam espumantes em todo o país. A produção de espumante está associado a zonas mais frias, porque para elaborar um bom vinho base para espumante é necessário que o vinho tenha uma graduação alcoólica baixa e uma acidez e pH adequados, que não é fácil conseguir no Alentejo. Donde, muitos críticos afirmam que o clima do Alentejo não é propício à elaboração de espumantes de qualidade. A maioria dos produtores do Alentejo que consultamos concorda que a produção de espumantes no Alentejo é exigente e requer uma grande atenção na data da vindima, que por norma é precoce.

Óscar Gato, enólogo da Adega de Borba, defende que para “produzir um vinho com menor teor alcoólico ou para produzir um vinho com maior nível de acidez total, será sempre uma questão de decisão de vindimar na altura mais aconselhada”. Por outro lado, “na vinha procuramos uvas provenientes de castas com maior índice de acidez, provenientes de vinhas expostas em encosta a norte, com maior frescura, uvas vindimadas ao início da manhã, com temperatura mais baixa nos bagos de uva, com menor teor de açúcar para que possamos privilegiar e dar ênfase ao equilíbrio do vinho”.

Sofia Uva, export manager da Herdade da Mingorra, afirma que ao elaborar os seus espumantes têm especial atenção na “escolha das variedades, nos tipos de solo e localização das parcelas”. Têm ainda “preocupações ao nível de sebe e da área foliar e não usam os cachos muito expostos ao sol”, para além de vindimarem mais cedo para preservar a frescura.

Sandra Sárria, enóloga dos espumantes Sexy, da Fita Preta, revela que optam pelas “castas autóctones do Alentejo que são tardias, têm nove-dez por cento de álcool e uma acidez perfeita para espumantes. As castas bancas tradicionais são pouco aromáticas e por isso são muito interessantes para a produção de vinhos base para espumantes. No rosé fazemos aproveitamento da monda de cachos nos tintos, que se faz, a fim de obter a maturação perfeita, em que o grau alcoólico é ainda baixo e a acidez elevada”.

Cátia Fonseca, marketing manager da Ribafreixo, realça que a qualidade do seu espumante deriva em grande parte das suas vinhas, que estão integradas na Sub-Região DOC de Vidigueira, pois esta região tem “um microclima único”, com “uma exposição solar perfeita, verões quentes e secos, temperados com uma brisa fresca do Atlântico e uma significativa variação entre a temperatura da noite e a do dia. Estas características aliadas ao terroir de xisto da nossa herdade, originam vinhos que se revelam bastantes frescos, minerais e com uma acidez bastante equilibrada”.

Daniela Almeida do departamento de Marketing, da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito realça que os diversos prémios conquistados pelo seu espumante devem-se, entre outras razões, à “seleção das uvas que, nesses anos, apresentavam os parâmetros de maturação mais equilibrados para a produção de espumantes, nomeadamente no que respeita ao equilíbrio entre a acidez e os açúcares”.

A prova de espumantes alentejanos que realizamos demonstra que os consumidores devem ter confiança neste novo produto que começa a fazer parte do portefólio da maior parte das empresas da nossa região, pois os mesmos revelaram-se aromáticos, frescos e cremosos e são a perfeita combinação para a maior parte da gastronomia alentejana.

Mês do Vinho arranca na Vidigueira

A Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA) comemora, em novembro, o seu evento, já tradicional e marca da Adega, o Mês do Vinho. Trata-se de um conjunto de eventos que decorrem durante o mês, e que direta ou indiretamente estão relacionados com a festa do vinho novo, uma celebração fortemente associado ao S. Martinho.

Para o engº José Miguel Almeida, presidente da ACVCA, «trata-se de continuar uma tradição muito viva na nossa região, ou seja, associar o S. Martinho à produção de vinho, e no nosso caso ao Vinho de Talha. Pretendemos continuar a unir o vinho à gastronomia, com a novidade de um concerto de música clássica, e dar expressão pública ao vinho de talha certificado, isto é, com o selo da CVRA».

Em 2019 o «Mês do Vinho» começa no sábado, dia 9, pelas 17h00, com a Abertura das Talhas, e prova do novo vinho de talha 2019. Estará presente o Grupo Coral da Adega além de outros grupos convidados como Os Vindimadores, o Grupo Cantadores do Cabeço do Diabo, e o Grupo Coral da Vidigueira. Ao fim do dia atuarão os Improvisos do Sul.

Uma semana depois, pelas 21h00 de 16 de novembro, e em colaboração com o Conservatório Regional do Baixo Alentejo, a Adega organiza o seu primeiro Concerto de S. Martinho. Um duo de violino e guitarra, deliciará os assistentes com peças de Piazzola, Bartok e Paganini.

No dia 23 de novembro, e na Casa das Talhas, terá lugar a partir das 19h30 mais um dos célebres Jantares Vínicos, onde pratos especiais podem ser desfrutados em harmonização com os vinhos da Adega.

As atividades do mês do Vinho têm o seu epílogo a 30 de novembro com o evento TALHA DOC. Trata-se de uma mostra e prova de Vinhos de Talha, todos eles certificados pela Comissão Vitivinícola Regional do Alentejo.

 

 

“CUBA TERRA COM ALMA”, O NOVO LANÇAMENTO DA ADEGA

Foi na 86ª Feira Anual de Cuba que a Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito lançou o vinho que recebeu o nome de «Cuba – Terra com Alma». Resulta de uma parceria estabelecida entre a ACVCA e o Município de Cuba, e homenageia não só a vila mas sobretudo todos os cubenses que desde há séculos se envolvem na produção de uvas nas suas terras, e muitos deles também na feitura de Vinho de Talha.

O engº José Miguel Almeida, presidente da ACVCA, esteve desde o primeiro momento envolvido neste objetivo. Afirma que: «a ideia já tinha uns anos, e é para nós uma alegria e uma satisfação termos chegado a este resultado. Com o senhor presidente do Município, dr. João Português, estabelecemos as bases deste projeto comum do qual nasceu o vinho Cuba Terra com Alma.

O vinho Cuba Terra Com Alma branco contempla as castas Antão Vaz; Arinto e Roupeiro, e a nota de prova refere ter «aroma intenso a fruta tropical. Na boca é muito fresco, com notas cítricas. Final longo, persistente e muito fresco.» Já o tinto foi produzido com Trincadeira; Syrah e Alicante Bouschet, e a nota de prova refere ter um «aroma intenso a frutos vermelhos com notas de baunilha e cacau. Na boca é extremamente encorpado com a fruta e a madeira onde estagiou em plena harmonia. Final longo e muito encorpado.»

A apresentação e lançamento deste novo produto da Adega ocorreu a 29 de agosto, no Pavilhão da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito, no espaço da Taberna Alentejana, recriado no recinto onde decorreu a Feira Anual de Cuba, e onde todos os presentes puderam provar o novo vinho, logo após a inauguração da FAC.

O responsável pela criação do Cuba Terra com Alma foi o enólogo da ACVCA, engº Luis Morgado Leão, que na sessão de lançamento do vinho referiu: «As terras da sub-região de Vidigueira, onde se insere todo o Concelho de Cuba, são das mais convenientes para a plantação e desenvolvimento de vinhas. Foi portanto com uvas de muitos produtores do Concelho de Cuba, que fizemos estes vinhos, honrando as maiores tradições vínicas cubenses.»

Adega de Vidigueira espera ano de qualidade promissora

Os cerca de 300 associados da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA) começam hoje a sua habitual vindima, após terem cuidadosamente acompanhado durante todo o ano agrícola o desenvolvimento das suas uvas.

«Colhe-se aquilo que se plantou, e que se cuidou», como se diz no campo, e este é um tempo associado às colheitas. Nas próximas semanas, é em ambiente de grande trabalho e de festa, que serão apanhadas cerca de 9 500 toneladas de uvas, que depois de processadas na ACVCA, darão origem aos extraordinários vinhos desta cooperativa.

«Esperamos manter este ano os níveis de receção de uvas e de produção de vinhos do ano transacto. Isto deixa-nos confiantes, embora reconheçamos que a qualidade das uvas este ano pode ser ligeiramente superior ao ano passado, já que as condições climatéricas foram bastante mais favoráveis», adianta o engº José Miguel Almeida, Presidente do Conselho de Administração da Adega.

O engº Luís Morgado Leão, enólogo da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito, refere que «A casta Antão Vaz apresenta-se este ano com cachos bem formados, que evoluíram muito bem ao longo do ano, de uma forma equilibrada.». E acrescenta: «Como não houve problemas de doenças, nem ondas de calor e choques de temperatura como nos últimos dois anos, estou convencido que, quer em brancos quer em tintos, vamos ter vinhos este ano de uma qualidade bem interessante».

Na Adega este é também o momento de continuar a contar com o precioso apoio do Centro de Análise e Pesagem das uvas (CAP), assim como com os novos equipamentos entretanto instalados, nomeadamente a linha de receção de uvas tintas, a zona de fermentação com capacidade para 1,2 milhões de quilos, e uma nova prensa pneumática.

 

Prensa Pneumática arranca nesta vindima

A modernização da nossa Adega, dotando-a dos equipamentos tecnológicos adequados para a prossecução das suas atividades está sempre na ordem do dia. Desta feita a próxima vindima decorrerá de uma forma mais fluída e expedita graças a entrada em funcionamento de uma nova prensa pneumática.

O equipamento adquirido pela ACVCA é uma prensa Bella Toffola PF 200 de cincho fechado, que vai reduzir o número de ciclos de trabalho. Como nos diz o engº Luis Morgado Leão, enólogo da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito, «As prensas de tanque fechado podem processar qualquer tipo de vinho e são especialmente indicadas para tintos e rosés, graças à possibilidade de macerar as peles diretamente no interior da prensa. A membrana tubular fixa ao tambor central aumenta consideravelmente a superfície de drenagem, que ocorre através das grades perfuradas dispostas em um anel em torno da circunferência do tambor».

Graças a esta nova prensa pneumática de membrana central a prensagem é efetuada com uma pressão reduzida, pois no interior do cilindro da prensa, o produto é distribuído numa camada uniforme e de baixa espessura. Por outro lado não há restrições quanto ao tipo de uva a prensar, graças ao sistema de programação bastante flexível e de fácil manuseamento, e a lavagem é feita através de uma porta de limpeza que facilita o acesso a todo o interior do cilindro perfurado.

Esta nova prensa pode processar 14 toneladas de uva inteira, 40 a 60 ton. de uva esmagada e 60 a 80 ton. de uva fermentada.

PESGAGEM DAS TALHAS NA ACVCA

 

Depois das talhas serem colocadas de boca para baixo, assentes em pedras, acenderam-se pequenas fogueiras, enquanto, ao mesmo tempo, se derreteu num tacho o pez loiro (resina de pinheiro) e cera de abelha. O líquido foi, depois, derramado no interior das talhas aquecidas que, agora deitadas no chão, são cuidadosamente reboladas para distribuir o líquido por igual no seu interior. A operação foi coordenada por Joaquim Tavares, um verdadeiro especialista neste processo de impermeabilização das talhas, e que garantiu, assim, o polimento impecável do interior das talhas da Adega. Este processo, 100% manual foi executado à imagem do que faziam os romanos há dois mil anos, e que garante a qualidade do Vinho de Talha que aqui vamos fazer daqui a umas semanas.

Já estamos a pensar no que aí vem…, mas estas mesmas talhas serão expostas no nosso novo espaço de Enoturismo, a Casa das Talhas a inaugurar em breve…

 

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